Archive for the ‘Acções/ Bolsa’ Category

Wall Street cai com receios de agravamento da situação económica

Tuesday, November 18th, 2008

A praça nova-iorquina segue em terreno negativo, depois da confiança das empresas de construção ter registado uma quebra recorde, ao mesmo tempo que aumentam os receios de que os bancos irão apresentar mais prejuízos.
Às 18h47 (13h47 em Nova Iorque), o Dow Jones recua 1,35% para os 8162,15 pontos, enquanto o Nasdaq Composite da bolsa electrónica cai 2,67% para os 1442,27 pontos.

Em queda estão os títulos do banco Citigroup, que perde 5,4% para os 8,41 dólares, depois dos analistas do Deutsche Bank terem alertado para o facto do banco poder apresentar um prejuízo no ano de 2009, devido ao aumento dos custos de financiamento e quebra das receitas. Já o Grupo CIT tomba 22% para os 2,72 dólares, depois do Barclays ter revisto em baixa o seu preço-alvo para a instituição.

Já a fabricante de vidros para as televisões de écran plano Corning Inc. desce 15% para os 7,62 dólares, depois de ter anunciado que as suas vendas no quarto trimestre irão ficar aquém das expectativas, uma vez que a procura de televisões e monitores para computadores está a diminuir.

“Ainda existe uma pressão vendedora subjacente a todas as operações do mercado”, explicou à Bloomberg uma especialista, que notou que “a possibilidade de descermos abaixo dos mínimos de 2002 [ponto mais baixo da recessão das 'dot-com'] torna-se cada vez mais provável.”

Em forte alta de 11% para os 32,63 dólares estão os títulos da Hewlett-Packard, enquanto a Home Depot sobe 3% para os 20,60 dólares. Ambas as empresas apresentaram hoje resultados melhores do que os esperados pelos analistas.

Outra subida de relevo pertence à empresa de internet Yahoo!, que dispara 10% para os 11,72 dólares, depois do CEO da empresa, Jerry Yang, ter aceite deixar o cargo, abrindo o caminho para uma nova oferta da Microsoft sobre a firma. (in Diário Económico)

Euribor em queda pela 27ª sessão consecutiva

Monday, November 17th, 2008

As taxas Euribor recuaram hoje pela 27ª sessão consecutiva, o que constitui a maior série de descidas desde Março de 1999. Os bancos continuam assim a reflectir a descida dos juros por parte do Banco Central Europeu (BCE), que na sua última reunião deu a entender que podem estar para breve novas descidas da sua principal taxa directora.

A Euribor a seis meses, o indexante mais utilizado no crédito à habitação em Portugal, desceu 0,3 pontos base para 4,262%, o mínimo de 5 de Junho de 2007, enquanto a Euribor a três meses recuou 3,2 pontos base para 4,191%, o valor mais baixo desde 5 de Julho do ano passado. Já Euribor a 12 meses caiu para 4,322%, o mínimo de 4 de Maio de 2007.Estas descidas têm contribuído para descer a média mensal que serve de referência para o cálculo da prestação da casa, e hoje, o Diário Económico antevê que os encargos com o empréstimo à habitação desçam já no próximo mês.

Prazos……..Hoje………Sexta -feira
3 meses……4,191………4,223
6 meses…. 4,262……….4,292
1 ano…….. 4,322……….4,355
(valores expressos em percentagem) (in Diário Económico)

PSI 20 perde quase 1,5% com quedas do BCP, BES e EDP

Monday, November 17th, 2008

O principal índice bolsista nacional encerrou hoje abaixo dos 6500 pontos, penalizado sobretudo pela queda dios títulos da Banca e da EDP. As descidas foram limitadas no entanto pelos ganhos de quase 2% da Galp Energia.

O PSI 20 perdeu 1,44% para os 6478,38 pontos, perto dos mínimos da sessão, em sintonia com os seus pares europeus, que recuaram com os receios de uma recessão à escala global. A praça nacional agravou as perdas com a descida dos índices da Bolsa de Nova Iorque, depois do banco Citigroup ter anunciado a supressão de mais de 50 000 empregos e da Casa Branca ter anunciado que não existe apoio no Senado para a aprovação de um plano de resgate das maiores fabricantes automóveis norte-americanas.
Em Lisboa, o foco foi para a queda dos títulos da Banca. O BCP foi o papel que mais pressionou o índice de referência nacional, ao recuar 3,75% para os 0,77 euros, depois de ter tocado num novo mínimo histórico nos 0,76 euros, depois de o BPI ter anunciado na passada sexta-feira que deixou de deter qualquer participação no banco liderado por Carlos Santos Ferreira, (quer directamente, quer através da BPI Vida). Por sua vez, o BPI recuou 1,78% para os 1,543 euros, enquanto o BES desceu 3,05% para os 7,0 euros. Já as acções do banco espanhol Santander cotadas em Lisboa perderam 8,2% para os 6,16 euros.

No sector energético, a EDP perdeu 1,50% para os 2,622 euros e a EDP Renováveis recuou 1,0% para os 4,94 euros. Já a Portugal Telecom desvalorizou-se em 0,96% para os 6,0 euros, e também nas Telecomunicações, a Zon Multimédia recuou também em 0,96% para os 3,824 euros.

Outra descida de relevo pertenceu à Mota-Engil, com menos 2,72% para os 2,579 euros, enquanto a Altri recuou 3,81% para os 2,27 euros.

Na ‘família’ Sonae, a Sonae SGPS caiu 2,3% para os 0,467 euros, a Sonaecom tombou 3,13% para os 1,053 euros e a Sonae Indústria deu um passo atrás de 1,96% para os 1,801 euros.

A limitar as perdas do PSI 20 esteve a Galp Energia, cujas acções subiram 1,88% para os 8,66 euros, apesar de os preços do crude estarem a recuar em Londres e Nova Iorque. Ainda na Energia, a REN avançou 0,76% para os 2,64 euros. Já a Semapa progrediu 1,67% para os 6,68 euros, depois de hoje ter sido anunciado que a francesa Axa reforçou a sua participação no capital da empresa.

Fora do PSI 20, a Martifer recuou 3,83% para os 3,52 euros.

O título mais negociado foi o do BCP, com 10 016 355 acções negociadas, seguido pela Sonae SGPS e EDP, com 7 833 481 e 4 762 441 papéis movimentados, respectivamente.

Dos vinte títulos que compõem o PSI 20, dezesseis desceram e quatro subiram. O volume total de negócios ascendeu aos 83,3 milhões de euros. (in Diário Económico)

Wall Street cai com receios de agravamento da recessão

Monday, November 17th, 2008

A praça nova-iorquina encontra-se em queda ligeira, depois do índice de produção industrial do estado de Nova Iorque ter recuado para o valor mais baixo de sempre este mês e do banco Citigroup ter anunciado planos para eliminar mais de 50 000 postos de trabalho, aumentando os receios de uma nova deterioração da maior economia do mundo.

Às 18h36 (13h36 em Nova Iorque) o Dow Jones desliza 0,92% para os 8418,85 pontos, enquanto o Nasdaq Composite da bolsa electrónica recua 0,79% para os 1504,85 pontos.

Os especialistas, citados pela agência Bloomberg, notam que os investidores norte-americanos estão a reagir às más notícias económicas vindas hoje a público, uma vez que o banco Citigroup anunciou hoje o despedimento de 50 000 colaboradores, ao mesmo tempo que o índice da Reserva Federal (Fed) que acompanha a produção industrial do estado de Nova Iorque caiu em Novembro para os -25,4 pontos, o valor mais baixo de sempre, sendo que qualquer leitura abaixo dos zero pontos indica uma contracção do sector.

Os índices têm variado entre perdas e ganhos, contudo, depois de hoje ter sido divulgado que a produção industrial dos Estados Unidos cresceu mais do que o esperadoem Outubro.

“Vamos continuar a ser bombardeados com maus dados económicos (…). Os resultados atingiram um muro ou, em muitos casos, caíram por um precipício abaixo. Deste lado não vamos receber boas notícias durante um bom tempo”, disse à Bloomberg um especialista da PNC Wealth Management.

Em queda de 8,1% para os 9,96 dólares estão os títulos da Alcoa, a maior produtora de alumínio dos Estados Unidos, depois do banco suíço UBS ter revisto em baixa a sua recomendação para o papel.

Já o banco Citigroup segue em queda de 3,3% para os 9,21 dólares, tendo hoje o seu CEO, Vikram Pandit, anunciado que a instituição tenciona reduzir os seus custos em 20% e cortar a sua força de trabalho para as 300 000 pessoas, contra as 352 000 que detém actualmente.

Em baixa encontram-se também os títulos da cadeia de lojas de desconto Target, ao perder 1,7% para os 32,46 dólares, depois desta ter anunciado uma quebra do seu resultado no terceiro trimestre, uma vez que os clientes estão a evitar comprar os produtos mais caros, restringindo-se aos bens de primeira necessidade.

No sector Tecnológico, a Agilent Technologies recua 5,2% para os 19,67 dólares, depois desta ter divulgado vendas trimestais inferiores às expectativas do mercado.

Em alta de 9,5% para os 3,30 dólares estão as acções da fabricante automóvel General Motors, depois da chanceler alemã Angela Merkel ter anunciado que o Governo de Berlim irá decidir até ao Natal se irá auxiliar financeiramente a sua subsidiária germânica Opel. A empresa também encaixou 230 milhões de dólares, depois de ter vendido à Suzuki a participação de 3% que detinha no capital desta empresa japonesa.

Nota ainda para os ganhos em 2,42% para os 75,47 dólares da petrolífera Exxon Mobil, uma vez que os analistas consideram que os papéis da empresa se encontram baratos e apresentam um potencial de valorização atractivo. (in Diário Económico)

Wall Street recua mais de 3% com corte das previsões da Best Buy

Wednesday, November 12th, 2008

A praça nova-iorquina encontra-se a estender as perdas registadas na sessão de terça-feira, depois da Best Buy Co. ter revisto em baisa as suas estimativas de lucro, ao mesmo tempo que o secretário do Tesouro, Henry Paulson, anunciou que o Governo dos EUA já não vai comprar os activos ilíquidos dos bancos, reforçando os receios de um agravar da crise económica.

Às 18h54 (13h54 em Nova Iorque) o Dow Jones cai 3,53% para os 8386,92 pontos, enquanto o Nasdaq Composite da bolsa electrónica desce 3,52% para os 1525,29 pontos.

O destaque vai para a queda em 7,2% para os 21,16 dólares das acções da maior retalhista de produtos electrónicos de consumo, a Best Buy, que anunciou hoje estar a registar um abrandamento “rápido, sísmico” nos gastos dos consumidores, sendo o ambiente actual “o mais difícil” que a empresa jamais viu.

Já entre as petrolíferas, a Exxon Mobile desce 1,7% para os 71,35 dólares, e a Occidental Petroleum recua 7,18% para os 46,79 dólares, depois dos preços do crude terem caído abaixo dos 57 dólares por barril em Nova Iorque.

Nota também para a queda em 15% para os 8,68 dólares da fabricante de aço AK Steel Holding Corp., depois desta ter anunciado que irá reduzir a produção em fábricas nos estados norte-americanos do Ohio e Kentucky, devido à quebra da procura.

No sector financeiro, a empresa de cartões de crédito American Express perde 7,9% para os 20,64 dólares, depois de ter sido revelado que a empresa procura obter financiamento estatal no valor de 3,5 mil milhões de dólares. Já o banco Morgan Stanley cai 5,8% para os 13,26 dólares, depois de ter anunciado que tenciona despedir 10% do pessoal da sua unidade de instrumentos financeiros institucionais e 9% do pessoal da unidade de gestão de activos. Já o Goldman Sachs, o Citigroup e o Fifth Third Bancorp registam todos quedas superiores a 6%.

Em alta de 7,9% para os 3,15 dólares estão os títulos da fabricante automóvel General Motors, devido aos apelos por parte de vários congressistas no sentido de um pacote de auxílio federal à indústria automóvel.

“É difícil escapar às notícias negativas”, lamentou à Bloomberg Liam Dalton, gestor de fundos da Axion Capital Management, que acrescentou que o corte das previsões da Best Buy é “um novo sinal da quebra do consumo, que está a abrandar de modo muito rápido.”(in Diário Económico)

wall street

PSI 20 perde quase 1,5% a reflectir o mau sentimento vindo do exterior

Wednesday, November 12th, 2008

O principal índice bolsista nacional inverteu a tendência registada durante a maior parte da sessão de hoje, e encerrou a perder quase 1,5%, pressionado sobretudo pelo BES e pela EDP, numa altura em que os índices da Bolsa de Nova Iorque perdem mais de 3%.
Assim, o PSI 20 fechou a perder 1,41% para os 6510,67 pontos, em sintonia com os índices europeus, que reflectem a evolução negativa de Wall Street. Os índices norte-americanos seguem em queda quer devido ao corte das previsões de resultados da Best Buy, quer depois do secretário do Tesouro dos EUA, Henry Paulson, ter hoje colocado de parte a compra dos activos tóxicos dos bancos norte-americanos.

A nível doméstico, destaque para os títulos do sector Financeiro. O BES desvalorizou-se em 6,83% para os 7,30 euros, o BCP perdeu 2,72% para os 0,822 euros, depois de ter registado um novo mínimo recorde durante a sessão nos 0,811 euros, e o BPI recuou 4,26% para os 1,685 euros.

Também a EDP contribuiu para as perdas. A energética nacional perdeu 2,70% para os 2,635 euros, enquanto a REN avançou 0,08% para os 2,565 euros. Por sua vez, a EDP Renováveis deslizou 0,20% para os 4,98 euros, depois de já ter atingido os 5,39 euros, durante a sessão.

Ainda na Energia, a Galp Energia fechou a sessão inalterada nos 8,08 euros, numa altura em que os preços do crude estão em mínimos de 20 meses. Hoje, a Galp divulga as suas contas relativas aos primeiros nove meses do ano, e os analistas esperam em média que a petrolífera apresente uma subida de 49,3% do seu lucro trimestral.

Por sua vez, a Portugal Telecom (PT) avançou 0,78% para os 5,714 euros, e ainda nas Telecomunicações, a Zon Multimédia recuou 2,36% para os 3,841 euros.

Nota ainda para a Mota-Engil, cujas acções somaram 0,38% para os 2,65 euros, depois de os analistas da ES Research, do BPI e da Caixa BI, terem considerado que os resultados operacionais da construtora foram positivos, em termos de receitas e de EBIDTA, ao contrário do lucro que saiu abaixo do previsto, devido às imparidades nas acções EDP detidas pela sua subsidiária Martifer.

O título mais transaccionado foi o da Galp Energia, com 3 651 156 acções negociadas, seguido pela PT e BPI, com 2 593 160 e 1 743 738 papéis movimentdados, respectivamente.

Dos vinte títulos que compõem o PSI 20, onze desceram, seis subiram e três encerraram inalterados. O volume total de negócios ascendeu aos 128,3 milhões de euros.(in Diário Económico)

Wall Street cai quase 3% com preocupações sobre o estado de saúde da Economia

Tuesday, November 11th, 2008

A praça nova-iorquina encontra-se em baixa acentuada pelo segundo dia consecutivo, com as perspectivas cada vez piores para a economia norte-americana e a queda dos preços do petróleo para valores inferiores aos 60 dólares por barril dão a entender um agravamento da recessão na maior economia do mundo.

Às 17h57, o Dow Jones perde 2,91% para os 8612,64 pontos, enquanto o Nasdaq Composite da bolsa electrónica recua 2,89% para os 1569,97 pontos.

Em foco está a queda para os valores mais baixos desde 1942 da fabricante automóvel General Motors, que chegou a perder 18% para os 2,75 dólares, uma vez que esta empresa está cada vez mais próxima da falência, a menos que o Estado norte-americano intervenha.

“Se a General Motors desaparecer ou falir, penso que politicamente e psicologicamente será um forte golpe”, disse à Bloomberg um gestor de fundos. Este responsável precisou que “as preocupações com os lucros são agora um luxo. O que estamos preocupados é com a sobrevivência.”

Já a maior fabricante do mundo de sistemas de segurança, a Tyco International, cai 15% para os 21,63 dólares, a maior queda dos últimos seis anos, depois de ter efectuado uma previsão de lucro inferior ao esperado pelso analistas.

No sector Financeiro, a Hartford Financial Services desaba 27% para os 10,64% dólares, depois dos analistas do Goldman Sachs ter anunciado que as perdas com os investimentos podem levar as seguradoras a levar a cabo aumentos de capital, ao mesmo tempo que colocam sob ameaça as suas notações de crédito. As suas congéneres Prudential, Lincoln e PFG registam todas quedas superiores a 11%.

Já a American Express cai 6% para os 22,54 dólares, depois desta ter decidido tornar-se num banco comercial para ter acesso aos leilões de crédito da Reserva Federal, ao mesmo tempo que a analista da Oppenheimer Meredith Whitney alertou para o facto da empresa ir continuar a ser penalizada com o incumprimento do pagamento dos cartões de crédito por parte dos consumidores.

Os especialistas chamam ainda a atenção para a descida em 7,3% para os 10,41 dólares da fabricante de Alumíno Alcoa, depois desta ter anunciado o seu segundo corte de produção em cinco semanas, enquanto a petrolífera Exxon Mobile recua 2,6% para os 72,06 dólares, uma vez que os preços do petróleo estão em forte queda em Nova Iorque.

“Vamos ver muita tristeza no mundo empresarial. Vamos ver empresas a despedirem muita gente, e o mercado está a reflectir a falta de confiança no valor dos títulos de muitas firmas”, disse à Bloomberg Harvey Pitt, antigo presidente da autoridade reguladora norte-americana (SEC) e actual CEO da Kalorama Partners. (in Diário Económico)

wall street

PSI 20 cai mais de 1% com continuação das preocupações sobre os lucros das empresas

Tuesday, November 11th, 2008

A praça nacional encerrou a sessão de hoje em queda, devido ao mau sentimento vindo do exterior de que a crise financeira irá penalizar os resultados das empresas. A Portugal Telecom, que ’segurou’ o índice de referência em terreno positivo durante parte da tarde acabou por devolver grande parte dos ganhos obtidos com os resultados melhores do que o esperado hoje apresentados pela sua ‘joint-venture’ brasileira Vivo.

O PSI 20 perdeu 1,30% para os 6603,91 pontos, em linha com as suas congéneres europeias, que recuaram devido aos sinais de um agravamento da situação económica, uma vez que os especialistas não conseguem ver o fim à crise que afecta a economia mundial. Os peritos notam ainda que a abertura em queda acentuada da Bolsa de Nova Iorque acentuou as perdas na praça nacional.

Em destaque durante o dia estiveram os títulos da Portugal Telecom, que encerraram a subir 1,43% para os 5,67%, depois de terem chegado a ganhar cerca de 7% depois da operadora brasileira Vivo, detida a 50% pela PT, ter hoje divulgado um lucro relativo ao terceiro trimestre do ano de 129,8 milhões de reais, acima do esperado pelos analistas.

Foco ainda para a subida em 2,28% para os 4,99 euros da EDP Renováveis, enquanto a Galp Energia avançou 0,50% para os 8,08 euros, já que os analistas esperam em média que amanhã a petrolífera apresente uma subida de 49,3% do seu lucro trimestral. No mesmo sector, a  EDP recuou 1,56% para os 2,708 euros.

O cenário no resto da bolsa nacional foi negativo, com a Sonae SGPS a perder 3,47% para os 0,501 euros, uma vez que os peritos esperam uma quebra de 62% do resultado trimestral da empresa, enquanto a Sonaecom recuou 3,92% para os 1,175 euros e a Sonae Indústria desceu 4,29% para os 1,92 euros.

Na Banca, o BCP tombou 4,29% para os 0,845 euros, depois de ter atingido um novo mínimo nos 0,84 euros, ao passo que o BES desceu 2,18% para os 7,835 euros e o BPI perdeu 2,82% para os 1,76 euros.

Já a Zon Multimédia caiu 4,88% para os 3,934 euros, depois do CEO da empresa, Rodrigo Costa, ter revelado ao Diário Económico que a empresa vai concorrer sozinha ao quinto canal de televisão generalista.

No sector da Construção, a Semapa desvalorizou-se em 1,19% para os 6,67 euros e a Teixeira Duarte desceu 3,87% para os 0,72 euros, enquanto a Mota-Engil recuou 1,68 para os 2,64 euros, depois dos analistas terem estimado que amanhã a empresa irá apresentar uma quebra de 76% do seu resultado líquido.

O título mais transaccionado foi o do BCP, com 10 376 946 papéis movimentados, seguido pela Sonae SGPS e pela PT, com 9 020 622 e 4 504 625 acções negociadas, respectivamente.

Dos vinte títulos que compõem o PSI 20, 17 encerraram em baixa e três em alta. O volume total de negócios ascendeu aos 107,8 milhões de euros. (in Diário Económico)

Galp e EDP Renováveis mantém PSI 20 em terreno positivo

Monday, November 10th, 2008

A praça nacional encerrou a sessão de hoje em alta ligeira, a aliviar fortemente dos máximos da sessão, impulsionada pelos ganhos dos títulos da Galp Energia, da EDP Renováveis e da Portugal Telecom, mas com as quedas da Banca e da EDP a limitarem a subida do índice de referência.

O PSI 20 fechou a avançar 0,33% para os 6690,99 pontos, a acompanhar a tendência das suas congéneres europeias, que também encerraram em alta, a beneficiarem das expectativas de que os Governos do mundo irão tomar medidas conjuntas para estimular a Economia global, no âmbito da reunião dos G-20 que começa no sábado, na cidade de Washington (EUA).

O destaque da sessão de hoje na praça nacional pertenceu à EDP Renováveis, que disparou 6,53% para os 4,879 euros, depois da empresa liderada por Ana Maria Fernandes ter reiterado os seus objectivos de crescimento até 2012.

Outro título em foco foi o da Galp Energia, que cresceu 2,62% para os 8,04 euros, a acompanhar a valorização dos preços do petróleo nos mercados internacionais.

Já a Portugal Telecom ganhou 1,56% para os 5,59 euros, devido às expectativas de que as suas contas trimestrais beneficiem dos resultados da sua ‘joint-venture’ com a Telefónica no Brasil, a Vivo. No mesmo sector, a Zon Multimédia cresceu 1,12% para os 4,136 euros, depois de hoje os analistas do banco suíço UBS e da Lisbon Brokers terem reiterado as suas recomendações de ‘Comprar’ e ‘Forte Compra’ para o papel, respectivamente, devido aos bons resultados ontem apresentados pela empresa liderada por Rodrigo Costa.

Na Banca, a situação foi mista, depois de hoje o banco britânico HSBC ter apresentado provisões superiores ao esperado e o banco alemão Dresdner Bank ter revelado um forte prejuízo nos nove primeiros meses do ano. Enquanto o BES conseguiu avançar 0,13% para os 8,01 euros, o BPI recuou 0,49% para os 1,811 euros e o BCP perdeu 2,0% para os 0,881 euros.

Foco também para a queda em 1,48% para os 6,463 euros da Brisa, depois dos analistas do BPI terem notado que as previsões da empresa irão ter um impacto negativo nas estimatias dos analistas, enquanto que no sector da Construção a Mota-Engil recuou 1,61% para os 2,685 euros e a Teixeira Duarte caiu 2,47% para os 0,749 euros, depois do ministro da Economia, Manuel Pinho, ter afirmado que não garantia a protecção das firmas nacionais face à concorrência espanhola.

O título mais transaccionado foi o do BCP, com 9 780 169 acções negociadas, seguido pela Sonae SGPS e EDP, com 8 740 152 e 5 880 315 papéis movimentados, respectivamente.

Dos vinte títulos que compõem o PSI 20, onze desceram de cotação, oito subiram e um (Cimpor) manteve-se inalterado. O volume total de negócios ascendeu aos 92,8 milhões de euros. (in Diário Económico)

Wall Street segue em terreno negativo com fracas previsões de resultados

Monday, November 10th, 2008

A praça nova-iorquina inverteu da tendência positiva da abertura encontra-se a negociar no ‘vermelho’, depois dos analistas terem previsto que o banco Goldman Sachs irá apresentar o seu primeiro prejuízo neste trimestre, ao mesmo tempo que a crise deverá afectar negativamente as vendas do motor de busca na internet Google.

Às 18h45 (13h45 em Nova Iorque) o Dow Jones recua 0,68% para os 8882,64 pontos, enquanto o Nasdaq Composite da bolsa electrónica perde 1,57% para os 1621,60 pontos.

Os peritos chamam a atenção para a queda dos títulos do banco Goldman Sachs, que chegaram a recuar 10% para os 70,04 dólares, depois dos analistas do Barclays Capital terem avisado que o banco deverá registar o seu primeiro prejuízo de sempre no quarto trimestre do ano, devido à queda das Bolsas.

Já o Google encontra-se com perdas de 4,9% para os 314,91 dólares, devido aos receios de que as receitas da empresa não irão crescer no último trimestre do ano.

Destaque também para o tombo em 23% para os 3,36 dólares da fabricante automóvel General Motors, depois do Deutsche Bank ter alertado que os títulos da empresa poderão cair para valor zero, ao mesmo tempo que o salvamento da empresa poderá custar cerca de 35 mil milhões de dólares ao Governo dos Estados Unidos.

“Mesmo se a General Motors consiga evitar a falência, acreditamos que o futuro da empresa será semelhante a uma”, alertou hoje em nota de análise o Deutsche Bank.

Já as acções da retalhista electrónica Circuit City encontram-se com a negociação suspensa, depois de terem caído 56% após o anúncio de que a empresa pediu protecção dos seus credores, efectivamente declarando falência.

Os especialistas notam que o sentimento do mercado também está a ser afectado pelo facto da empresa financeira Fannie Mae, nacionalizada em Setembro, ter hoje apresentado amortizações de 21,4 mil milhões de dólares e anunciado que poderá recorrer à linha de crédito estabelecida pelo Governo federal.

“O mercado não faz ideia de quão profunda poderá ser esta recessão. Há muito medo entre os investidores”, disse à Bloomberg um especialista da Moragn Keegan.

Em alta de 14% para os 2,41 dólares estão os títulos da seguradora AIG, depois do Governo dos EUA ter aumentado de 85 para os 150 mil milhões de dólares o valor do pacote de salvação da empresa.

Já a cadeia de restaurantes McDonald’s sobe 2,79% para os 57,02 dólares, depois de ter anunciado que as suas vendas globais cresceram 8,2% em termos comparáveis no terceiro trimestre, pois os consumidores com dificuldades financeiras estão a alimentar-se à base dos produtos da empresa que custam apenas um dólar (um euro na Europa) cada um. (in Diário Económico)