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	<title>Banco e Crédito</title>
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	<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 23:06:38 +0000</pubDate>
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		<title>Wall Street cai com receios de agravamento da situação económica</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 23:06:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A praça nova-iorquina segue em terreno negativo, depois da confiança das empresas de construção ter registado uma quebra recorde, ao mesmo tempo que aumentam os receios de que os bancos irão apresentar mais prejuízos.
Às 18h47 (13h47 em Nova Iorque), o Dow Jones recua 1,35% para os 8162,15 pontos, enquanto o Nasdaq Composite da bolsa electrónica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="entradilla">A praça nova-iorquina segue em terreno negativo, depois da confiança das empresas de construção ter registado uma quebra recorde, ao mesmo tempo que aumentam os receios de que os bancos irão apresentar mais prejuízos.<span><br />
<span class="txt">Às 18h47 (13h47 em Nova Iorque), o Dow Jones recua 1,35% para os 8162,15 pontos, enquanto o Nasdaq Composite da bolsa electrónica cai 2,67% para os 1442,27 pontos.</p>
<p>Em queda estão os títulos do banco Citigroup, que perde 5,4% para os 8,41 dólares, depois dos analistas do Deutsche Bank terem alertado para o facto do banco poder apresentar um prejuízo no ano de 2009, devido ao aumento dos custos de financiamento e quebra das receitas. Já o Grupo CIT tomba 22% para os 2,72 dólares, depois do Barclays ter revisto em baixa o seu preço-alvo para a instituição.</p>
<p>Já a fabricante de vidros para as televisões de écran plano Corning Inc. desce 15% para os 7,62 dólares, depois de ter anunciado que as suas vendas no quarto trimestre irão ficar aquém das expectativas, uma vez que a procura de televisões e monitores para computadores está a diminuir.</p>
<p>&#8220;Ainda existe uma pressão vendedora subjacente a todas as operações do mercado&#8221;, explicou à Bloomberg uma especialista, que notou que &#8220;a possibilidade de descermos abaixo dos mínimos de 2002 [ponto mais baixo da recessão das 'dot-com'] torna-se cada vez mais provável.&#8221;</p>
<p>Em forte alta de 11% para os 32,63 dólares estão os títulos da Hewlett-Packard, enquanto a Home Depot sobe 3% para os 20,60 dólares. Ambas as empresas apresentaram hoje resultados melhores do que os esperados pelos analistas.</p>
<p>Outra subida de relevo pertence à empresa de internet Yahoo!, que dispara 10% para os 11,72 dólares, depois do CEO da empresa, Jerry Yang, ter aceite deixar o cargo, abrindo o caminho para uma nova oferta da Microsoft sobre a firma. (in Diário Económico)</p>
<p></span></span></span></p>
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		<title>Comissão Europeia nega haver atrasos na atribuição das verbas comunitárias</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 21:22:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Comissão Europeia negou hoje haver atrasos na atribuição das verbas comunitárias. A análise do sistema de controlo português para assegurar que os dinheiros da União Europeia (UE) são utilizados correctamente ainda não está terminada. Até agora só foram feitos adiantamentos no valor de 745 milhões de euros.
&#8220;Penso que não há qualquer atraso&#8221;, afirmou hoje [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia negou hoje haver atrasos na atribuição das verbas comunitárias. A análise do sistema de controlo português para assegurar que os dinheiros da União Europeia (UE) são utilizados correctamente ainda não está terminada. Até agora só foram feitos adiantamentos no valor de 745 milhões de euros.</p>
<p>&#8220;Penso que não há qualquer atraso&#8221;, afirmou hoje em Bruxelas o porta-voz para a Política Regional, Dennis Abbott. O porta-voz adiantou que Portugal só recebeu adiantamentos, já que, como a maioria dos restantes Estados-membros, ainda não foi finalizada a análise do sistema de controlo português para assegurar que os dinheiros da UE são devidamente utilizados.</p>
<p>&#8220;Antes de os fundos serem atribuídos para os projectos em Portugal, a Comissão tem de verificar aquilo a que chamamos a &#8220;avaliação de conformidade&#8221;, ou seja, que cada Estado-membro tem em marcha mecanismos adequados de controlo &#8220;para assegurar que os dinheiros comunitários são bem e eficazmente utilizados&#8221;.</p>
<p>Dennis Abbott explicou que para cada Estado-membro ser reembolsado das despesas, é necessário que a Comissão Europeia dê &#8220;luz verde&#8221; à avaliação de conformidade, e &#8220;esse processo ainda não está finalizado&#8221; no caso português, sendo que &#8220;Portugal não está numa posição diferente em relação à maioria dos Estados-membros&#8221;.</p>
<p>O porta-voz apontou que, &#8220;tal como os restantes Estados-membros&#8221;, Portugal recebeu um adiantamento do dinheiro que Bruxelas destina aos 27 no quadro da política de coesão para estimular o crescimento e emprego. Para Lisboa já foram enviados &#8220;cerca de 745 milhões de euros&#8221;, no conjunto dos fundos estruturais e de coesão.</p>
<p>Questionado sobre se Bruxelas tem conhecimento sobre se Portugal já aplicou essas verbas, o porta-voz explicou que essa é uma matéria da competência das autoridades nacionais. &#8220;Não sei se já foi usado. O que normalmente acontece é que esses adiantamentos são utilizados na preparação dos projectos. Cabe perguntar às autoridades portuguesas&#8221;, afirmou.</p>
<p>A líder do PSD, Manuela Ferreira Leite, afirmou este sábado que Portugal ainda não recebeu verbas do novo quadro de apoio comunitário devido ao &#8220;oportunismo e ineficácia&#8221; do Governo.</p>
<p>&#8220;Provavelmente por interesses partidários e provavelmente para concentrar mais perto das eleições a entrada de fundos comunitários, tem-se prejudicado o país de forma inaceitável&#8221;, frisou a dirigente social-democrata.</p>
<p>&#8220;Podem alguns imaginar que a culpa é da burocracia de Bruxelas, quando se trata de oportunismo e ineficácia dos nossos responsáveis&#8221;, disse a antiga ministra das Finanças do Governo de Durão Barroso.(in Público)</p>
<p><img src="http://economia.publico.clix.pt/viewimages.aspx?tp=UH&amp;db=IMAGENS&amp;id=248614" alt="" width="320" height="212" /></p>
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		<title>Negociações para compra de minas de Aljustrel podem ficar concluídas em Dezembro</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 21:11:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As negociações para determinar os próximos investidores das minas de Aljustrel podem estar terminadas no princípio de Dezembro. O ministro da Economia assegurou hoje que existem boas possibilidades para que as negociações “cheguem a um bom resultado” durante uma reunião com os mineiros de Aljustrel.
&#8220;Nós contactámos potenciais interessados em retomar a actividade, existem boas possibilidades, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As negociações para determinar os próximos investidores das minas de Aljustrel podem estar terminadas no princípio de Dezembro. O ministro da Economia assegurou hoje que existem boas possibilidades para que as negociações “cheguem a um bom resultado” durante uma reunião com os mineiros de Aljustrel.</p>
<p>&#8220;Nós contactámos potenciais interessados em retomar a actividade, existem boas possibilidades, existem investidores credíveis e eu espero muito sinceramente que as negociações cheguem a um bom resultado&#8221;, declarou hoje o ministro da Economia, Manuel Pinho, à saída da reunião com representantes sindicais e da comissão de trabalhadores das minas de Aljustrel.</p>
<p>&#8220;Já estivemos com os investidores e com a empresa canadiana na sexta-feira e afirmaram-nos que até ao início de Dezembro as negociações estarão concluídas, espera-se que com resultados positivos&#8221;, adiantou Manuel Pinho, que acrescentou não ser importante conhecer a identidade dos investidores em causa.</p>
<p>O representante do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Mineira (STIM), Jacinto Anacleto, disse aos jornalistas que não tinha saído do Ministério da Economia &#8220;mais tranquilo&#8221; e garantiu que do plenário de trabalhadores previsto para amanhã vão sair novas formas de luta.</p>
<p>O ministro da Economia mostrou-se confiante na obtenção de resultados positivos das negociações em curso que, disse, estarão concluídas no princípio de Dezembro. Manuel Pinho acrescentou também que gostaria que o sucesso das negociações incluísse a manutenção dos postos de trabalho e o fim das rescisões de contratos.</p>
<p><strong>Governo chamado à responsabilidade</strong></p>
<p>Por outro lado, Jacinto Anacleto reforçou também a proposta avançada pelo autarca de Aljustrel, que sugeriu a nacionalização das minas, dizendo que seria &#8220;desejável que o Governo assumisse as suas responsabilidades&#8221; e &#8220;adoptasse medidas como as que adoptou recentemente com um banco português&#8221;.</p>
<p>No entanto, Manuel Pinho afirmou a esse propósito não querer fazer &#8220;conjecturas&#8221; e reforçou a necessidade de conduzir as negociações a um bom resultado.</p>
<p>A Lundin Mining Corporation, empresa canadiana que detém a Somincor (da mina de Neves-Corvo) e a Pirites Alentejanas (Minas de Aljustrel) anunciou quinta-feira passada a suspensão da extracção e produção de zinco nos dois complexos mineiros, localizados no Distrito de Beja, indicando o interesse em vender o complexo.</p>
<p>A empresa justificou a suspensão, que vai manter-se até que &#8220;haja uma recuperação dos preços&#8221;, com a baixa cotação do zinco no mercado e com a crise económica. (in Público)</p>
<p><img src="http://economia.publico.clix.pt/viewimages.aspx?tp=UH&amp;db=IMAGENS&amp;id=248620" alt="minas de Aljustrel" width="320" height="213" /></p>
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		<title>Tarifários móveis pré-pagos são dos mais baratos da Europa</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 21:08:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Anacom revelou hoje que os preços das comunicações móveis em Portugal mantiveram-se abaixo da média europeia no caso dos serviços pré-pagos (por carregamento), colocando Portugal nos cinco primeiros lugares de um ranking que inclui os 19 países da União Europeia que integram a OCDE.
No caso dos pós-pagos (assinaturas), o caso muda de figura, revelou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Anacom revelou hoje que os preços das comunicações móveis em Portugal mantiveram-se abaixo da média europeia no caso dos serviços pré-pagos (por carregamento), colocando Portugal nos cinco primeiros lugares de um ranking que inclui os 19 países da União Europeia que integram a OCDE.</p>
<p>No caso dos pós-pagos (assinaturas), o caso muda de figura, revelou o estudo do regulador das Comunicações, que tem por base os preços praticados em Agosto nestes países.</p>
<p>Os cartões pré-pagos representam 75 por cento do mercado móvel português e aqui a Anacom verificou que os preços dos planos de baixo consumo eram 14,8 por cento inferiores à média europeia.</p>
<p>Nos médio e alto consumo o diferencial alargava-se para 30,3 e 31,11 por cento, respectivamente.</p>
<p>Mas, nos cartões pós-pagos (que representam os outros 25 por cento do mercado), os planos de baixo consumo são 1,1 por cento superiores à média, diferença que cresce para 7,5 e 13,2 por cento, nos médio e alto consumo (uma percentagem que se agrava se forem tidos em conta o IVA e as paridades de poder de compra).</p>
<p>De acordo com as estatísticas do serviço móvel do terceiro trimestre, o número de assinantes cresceu 1,5 por cento, para 14,541 milhões face ao trimestre anterior, o que colocava a taxa de penetração do móvel em Portugal nos 137 por cento, em Setembro.</p>
<p>Durante estes três meses, a Anacom verificou crescimentos no tempo médio de conversações por assinante, assim como no número de SMS e MMS enviadas, e videochamadas realizadas. (in Público)</p>
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		<title>Athayde Marques: maioria das empresas portuguesas &#8220;fortemente descapitalizadas&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 21:07:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A maioria das empresas portuguesas está muito descapitalizada. O presidente da Euronext Lisboa, Miguel Athayde Marques, considerou hoje que a maior parte das empresas está muito dependente da banca para financiar o seu crescimento e encontra-se &#8220;fortemente descapitalizada&#8221;.
Athayde Marques considerou “muito preocupante” que as pequenas e médias empresas (PME), que constituem cerca de 97 por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria das empresas portuguesas está muito descapitalizada. O presidente da Euronext Lisboa, Miguel Athayde Marques, considerou hoje que a maior parte das empresas está muito dependente da banca para financiar o seu crescimento e encontra-se &#8220;fortemente descapitalizada&#8221;.</p>
<p>Athayde Marques considerou “muito preocupante” que as pequenas e médias empresas (PME), que constituem cerca de 97 por cento do tecido empresarial português, não sejam financiadas pelo mercado de capitais. O presidente da antiga bolsa de valores de Lisboa falava à margem da sessão de abertura da &#8220;Semana Global do Empreendedorismo”.</p>
<p>&#8220;As empresas portuguesas têm níveis de capitalização, em termos de capital próprio, bastante inferiores em relação às suas congéneres europeias&#8221;, afirmou.</p>
<p>&#8220;A maior parte das empresas portuguesas encontra-se fortemente descapitalizadas, ou seja, têm um volume de capitais próprios desajustado em relação ao seu volume de negócios&#8221;, acrescentou. Segundo o presidente da Euronext Lisboa, isto coloca em causa o crescimento destas empresas, que têm de recorrer à banca para financiar a sua actividade.</p>
<p>Athayde Marques considerou &#8220;preocupante&#8221; que as PME e mesmo as microempresas não recorram ao mercado de capitais para se financiarem. O grupo NYSE Euronext, do qual faz parte a Euronext Lisboa, criou há três anos o Alternext, um mercado orientado para as PME e para as microempresas, mas até agora, das 128 empresas cotadas, não existe nenhuma portuguesa.</p>
<p>As 128 empresas do Alternext, provenientes na sua grande maioria de Paris, Bruxelas e Holanda, já conseguiram dois mil milhões de euros de capital, afirmou Athayde Marques. &#8220;Infelizmente não temos nenhuma empresa portuguesa num país maioritariamente composto por pequenas e médias empresas&#8221;, afirmou.</p>
<p>&#8220;Isto não deixa ser preocupante porque infelizmente não se pode crescer sem capitais próprios&#8221;, acrescentou.</p>
<p>O presidente da Euronext Lisboa explica a resistência das PME portuguesas em recorrer ao mercado de capitais com &#8220;factores culturais&#8221; e &#8220;factores objectivos&#8221;, como o modo como as empresas são geridas internamente, a disposição para passarem informações ao exterior e para partilhar liderança. (in Público)</p>
<p><img src="http://economia.publico.clix.pt/viewimages.aspx?tp=UH&amp;db=IMAGENS&amp;id=248622" alt="Athayde Marques" width="320" height="212" /></p>
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		<title>Euribor em queda pela 27ª sessão consecutiva</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 21:04:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[As taxas Euribor recuaram hoje pela 27ª sessão consecutiva, o que constitui a maior série de descidas desde Março de 1999. Os bancos continuam assim a reflectir a descida dos juros por parte do Banco Central Europeu (BCE), que na sua última reunião deu a entender que podem estar para breve novas descidas da sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="entradilla">As taxas Euribor recuaram hoje pela 27ª sessão consecutiva, o que constitui a maior série de descidas desde Março de 1999. Os bancos continuam assim a reflectir a descida dos juros por parte do Banco Central Europeu (BCE), que na sua última reunião deu a entender que podem estar para breve novas descidas da sua principal taxa directora.<span></p>
<p><span class="txt"> A Euribor a seis meses, o indexante mais utilizado no crédito à habitação em Portugal, desceu 0,3 pontos base para 4,262%, o mínimo de 5 de Junho de 2007, enquanto a Euribor a três meses recuou 3,2 pontos base para 4,191%, o valor mais baixo desde 5 de Julho do ano passado. Já Euribor a 12 meses caiu para 4,322%, o mínimo de 4 de Maio de 2007.Estas descidas têm contribuído para descer a média mensal que serve de referência para o cálculo da prestação da casa, e hoje, o Diário Económico antevê que os encargos com o empréstimo à habitação desçam já no próximo mês.</p>
<p>Prazos&#8230;&#8230;..Hoje&#8230;&#8230;&#8230;Sexta -feira<br />
3 meses&#8230;&#8230;4,191&#8230;&#8230;&#8230;4,223<br />
6 meses&#8230;. 4,262&#8230;&#8230;&#8230;.4,292<br />
1 ano&#8230;&#8230;.. 4,322&#8230;&#8230;&#8230;.4,355<br />
(valores expressos em percentagem) (in Diário Económico)</p>
<p></span></span></span></p>
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		<title>PSI 20 perde quase 1,5% com quedas do BCP, BES e EDP</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 21:03:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Acções/ Bolsa]]></category>

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		<description><![CDATA[O principal índice bolsista nacional encerrou hoje abaixo dos 6500 pontos, penalizado sobretudo pela queda dios títulos da Banca e da EDP. As descidas foram limitadas no entanto pelos ganhos de quase 2% da Galp Energia.
 O PSI 20 perdeu 1,44% para os 6478,38 pontos, perto dos mínimos da sessão, em sintonia com os seus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="entradilla">O principal índice bolsista nacional encerrou hoje abaixo dos 6500 pontos, penalizado sobretudo pela queda dios títulos da Banca e da EDP. As descidas foram limitadas no entanto pelos ganhos de quase 2% da Galp Energia.<span></p>
<p><span class="txt"> O PSI 20 perdeu 1,44% para os 6478,38 pontos, perto dos mínimos da sessão, em sintonia com os seus pares europeus, que recuaram com os receios de uma recessão à escala global. A praça nacional agravou as perdas com a descida dos índices da Bolsa de Nova Iorque, depois do banco Citigroup ter anunciado a supressão de mais de 50 000 empregos e da Casa Branca ter anunciado que não existe apoio no Senado para a aprovação de um plano de resgate das maiores fabricantes automóveis norte-americanas.<br />
Em Lisboa, o foco foi para a queda dos títulos da Banca. O BCP foi o papel que mais pressionou o índice de referência nacional, ao recuar 3,75% para os 0,77 euros, depois de ter tocado num novo mínimo histórico nos 0,76 euros, depois de o BPI ter anunciado na passada sexta-feira que deixou de deter qualquer participação no banco liderado por Carlos Santos Ferreira, (quer directamente, quer através da BPI Vida). Por sua vez, o BPI recuou 1,78% para os 1,543 euros, enquanto o BES desceu 3,05% para os 7,0 euros. Já as acções do banco espanhol Santander cotadas em Lisboa perderam 8,2% para os 6,16 euros.</p>
<p>No sector energético, a EDP perdeu 1,50% para os 2,622 euros e a EDP Renováveis recuou 1,0% para os 4,94 euros. Já a Portugal Telecom desvalorizou-se em 0,96% para os 6,0 euros, e também nas Telecomunicações, a Zon Multimédia recuou também em 0,96% para os 3,824 euros.</p>
<p>Outra descida de relevo pertenceu à Mota-Engil, com menos 2,72% para os 2,579 euros, enquanto a Altri recuou 3,81% para os 2,27 euros.</p>
<p>Na &#8216;família&#8217; Sonae, a Sonae SGPS caiu 2,3% para os 0,467 euros, a Sonaecom tombou 3,13% para os 1,053 euros e a Sonae Indústria deu um passo atrás de 1,96% para os 1,801 euros.</p>
<p>A limitar as perdas do PSI 20 esteve a Galp Energia, cujas acções subiram 1,88% para os 8,66 euros, apesar de os preços do crude estarem a recuar em Londres e Nova Iorque. Ainda na Energia, a REN avançou 0,76% para os 2,64 euros. Já a Semapa progrediu 1,67% para os 6,68 euros, depois de hoje ter sido anunciado que a francesa Axa reforçou a sua participação no capital da empresa.</p>
<p>Fora do PSI 20, a Martifer recuou 3,83% para os 3,52 euros.</p>
<p>O título mais negociado foi o do BCP, com 10 016 355 acções negociadas, seguido pela Sonae SGPS e EDP, com 7 833 481 e 4 762 441 papéis movimentados, respectivamente.</p>
<p>Dos vinte títulos que compõem o PSI 20, dezesseis desceram e quatro subiram. O volume total de negócios ascendeu aos 83,3 milhões de euros. (in Diário Económico)</p>
<p></span> </span></span></p>
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		<title>Wall Street cai com receios de agravamento da recessão</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 20:57:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Acções/ Bolsa]]></category>

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		<description><![CDATA[A praça nova-iorquina encontra-se em queda ligeira, depois do índice de produção industrial do estado de Nova Iorque ter recuado para o valor mais baixo de sempre este mês e do banco Citigroup ter anunciado planos para eliminar mais de 50 000 postos de trabalho, aumentando os receios de uma nova deterioração da maior economia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="entradilla">A praça nova-iorquina encontra-se em queda ligeira, depois do índice de produção industrial do estado de Nova Iorque ter recuado para o valor mais baixo de sempre este mês e do banco Citigroup ter anunciado planos para eliminar mais de 50 000 postos de trabalho, aumentando os receios de uma nova deterioração da maior economia do mundo.<span></p>
<p><span class="txt"> Às 18h36 (13h36 em Nova Iorque) o Dow Jones desliza 0,92% para os 8418,85 pontos, enquanto o Nasdaq Composite da bolsa electrónica recua 0,79% para os 1504,85 pontos.</p>
<p>Os especialistas, citados pela agência Bloomberg, notam que os investidores norte-americanos estão a reagir às más notícias económicas vindas hoje a público, uma vez que o banco Citigroup anunciou hoje o despedimento de 50 000 colaboradores, ao mesmo tempo que o índice da Reserva Federal (Fed) que acompanha a produção industrial do estado de Nova Iorque caiu em Novembro para os -25,4 pontos, o valor mais baixo de sempre, sendo que qualquer leitura abaixo dos zero pontos indica uma contracção do sector.</p>
<p>Os índices têm variado entre perdas e ganhos, contudo, depois de hoje ter sido divulgado que a produção industrial dos Estados Unidos cresceu mais do que o esperadoem Outubro.</p>
<p>&#8220;Vamos continuar a ser bombardeados com maus dados económicos (&#8230;). Os resultados atingiram um muro ou, em muitos casos, caíram por um precipício abaixo. Deste lado não vamos receber boas notícias durante um bom tempo&#8221;, disse à Bloomberg um especialista da PNC Wealth Management.</p>
<p>Em queda de 8,1% para os 9,96 dólares estão os títulos da Alcoa, a maior produtora de alumínio dos Estados Unidos, depois do banco suíço UBS ter revisto em baixa a sua recomendação para o papel.</p>
<p>Já o banco Citigroup segue em queda de 3,3% para os 9,21 dólares, tendo hoje o seu CEO, Vikram Pandit, anunciado que a instituição tenciona reduzir os seus custos em 20% e cortar a sua força de trabalho para as 300 000 pessoas, contra as 352 000 que detém actualmente.</p>
<p>Em baixa encontram-se também os títulos da cadeia de lojas de desconto Target, ao perder 1,7% para os 32,46 dólares, depois desta ter anunciado uma quebra do seu resultado no terceiro trimestre, uma vez que os clientes estão a evitar comprar os produtos mais caros, restringindo-se aos bens de primeira necessidade.</p>
<p>No sector Tecnológico, a Agilent Technologies recua 5,2% para os 19,67 dólares, depois desta ter divulgado vendas trimestais inferiores às expectativas do mercado.</p>
<p>Em alta de 9,5% para os 3,30 dólares estão as acções da fabricante automóvel General Motors, depois da chanceler alemã Angela Merkel ter anunciado que o Governo de Berlim irá decidir até ao Natal se irá auxiliar financeiramente a sua subsidiária germânica Opel. A empresa também encaixou 230 milhões de dólares, depois de ter vendido à Suzuki a participação de 3% que detinha no capital desta empresa japonesa.</p>
<p>Nota ainda para os ganhos em 2,42% para os 75,47 dólares da petrolífera Exxon Mobil, uma vez que os analistas consideram que os papéis da empresa se encontram baratos e apresentam um potencial de valorização atractivo. (in Diário Económico)<br />
</span></span></span></p>
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		<title>EUA não deverão sair da recessão antes do segundo trimestre de 2009</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 20:54:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Diversos]]></category>

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		<description><![CDATA[A economia norte-americana encontra-se em recessão e esta deverá arrastar-se até meados do próximo ano, enquanto que a taxa de desemprego deverá atingir os 7,7% no quarto trimestre de 2009, com base no último relatório da Fed de Filadélfia.
 Segundo noticia o jornal espanhol &#8216;Expansión&#8217; na sua página online, a maioria dos 51 economistas inquiridos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="entradilla">A economia norte-americana encontra-se em recessão e esta deverá arrastar-se até meados do próximo ano, enquanto que a taxa de desemprego deverá atingir os 7,7% no quarto trimestre de 2009, com base no último relatório da Fed de Filadélfia.<span></p>
<p><span class="txt"> Segundo noticia o jornal espanhol &#8216;Expansión&#8217; na sua página online, a maioria dos 51 economistas inquiridos pela Reserva Federal de Filadélfia partilha da opinião que &#8220;os EUA entraram em recessão em Abril de 2008 e que esta irá prolongar-se durante pelo menos catorze meses.&#8221;</p>
<p>Foi hoje divulgado mais um indicador negativo nos Estados Unidos, confirmando esta teoria de que a recessão no país será pior do que o esperado. O índice da Reserva Federal que acompanha a produção industrial do estado de Nova Iorque caiu em Novembro para os -25,4 pontos, o valor mais baixo de sempre, sendo que qualquer leitura abaixo de zero pontos indica uma contracção do sector. (in Diário Económico)</span></span></span></p>
<p><img src="http://www.brasilescola.com/imagens/historia/eua4.JPG" alt="eua" width="367" height="241" /></p>
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		<title>Henry Paulson reorienta plano de resgate para injecção de dinheiro nos bancos</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 23:42:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Diversos]]></category>

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		<description><![CDATA[O secretário do Tesouro norte-americano, Henry Paulson, anunciou hoje que o Governo reviu o plano de compra de activos “tóxicos” dos bancos, considerando que era mais eficaz investir directamente no capital das instituições financeiras.
“Consideramos actualmente” que a compra de activos “tóxicos” (formados por créditos de alto risco – “subprime”) “não é a forma mais eficaz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário do Tesouro norte-americano, Henry Paulson, anunciou hoje que o Governo reviu o plano de compra de activos “tóxicos” dos bancos, considerando que era mais eficaz investir directamente no capital das instituições financeiras.</p>
<p>“Consideramos actualmente” que a compra de activos “tóxicos” (formados por créditos de alto risco – “subprime”) “não é a forma mais eficaz para utilizar os fundos” libertados pelo Congresso para apoiar a economia, declarou Henry Paulson, em conferência de imprensa.</p>
<p>“Em consulta com a Reserva Federal, cheguei à conclusão que a medida mais eficaz e mais rápida para melhorar as condições do mercado de crédito seria reforçar os balanços dos bancos através da compra directa de acções das instituições financeiras&#8221;, disse Paulson. (in Público)</p>
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